sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Capitu

Era tu quem me trazia a falsa sensação de felicidade,
Ah! Capitu.

És de tamanha necessidade, Capitu, que sem tu a vontade de pular para o abismo é maior e maior.
E com tu, Capitu, entrar no precipício é sempre algo muito mais possível do que a possibilidade de tropeçar e cair nele.

Pra quem te teve, hoje sofre.
Pra quem quer te ter, sofre igualmente.

E pra quem precisa te ter, torna-se uma tormenta.

Porque tudo hoje, no mundo, Capitu, gira ao seu redor!

Não importa a nacionalidade, sem tu, Capitu, tudo é tão mais difícil de alcançar.
Sorrir sem tu, Capitu, só para Bravos!

Mas que bravos são esses que, desabam de ante-mão, diante do teu poder.
Então Capitu, não sei se mando a tu tomar no cu ou se busco em tu a solução dos meus problemas.

Invejo a todos que mesmo sem tu, Capitu, conseguem expelir alegria, irradiar magia...gostaria de entendê-los.

Pois quando a vejo, Capitu, passar de mão em mão, sair de máquinas à mãos de outros homens, mas não parar na minha, a vontade é te rasgar de ponta a ponta inúmeras vezes.

Ah Capitu. Alivia a minha dor...que é por tu!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Saudade de casa!

Saudade que canto.
Saudade do recanto.
Do refúgio da minha mente.
De onde não há mentiras.

Saudoso o meu canto.
Saudoso o meu pranto.
De onde cantava pra gente.
De onde haviam mais vidas.

Saudade daquela cidade.
Saudade daquele recanto.
Que fica no meio ambiente.

Que fica no mesmo ambiente,
no canto da casa da gente!




sábado, 26 de setembro de 2009

Vida.

Respirar.

Olhar em frente. Seguir em frente.

Cuidado! Olha o buraco!

Outro tropeço.

Levantar, respirar.

Olhar novamente pra frente, e outra vez, seguir adiante.

Cuidado! Mais um desafio.

Outra vez no chão.

E torna a levantar-se, respirar.

Seguir adiante.

Cautela. Muitos perigos ainda virão.

Muitos chãos ainda pela frente.

Mas é só levantar e respirar.

Nada mais do que isso.

Pois a hora que não mais o fizer,

Será a hora que não mais viverá.

A graça da vida são as rasteiras que ela nos dá.

A graça das rasteiras é ver o chão mais próximo.

A graça de ver o chão mais próximo é saber se erguer novamente.

A graça de se erguer novamente é saber que a vida estará lá,

Pronta para te aprontar outra das suas.

Não desista nunca, apenas viva!

PAPOS E SUPAPOS

Mi Papos y Su papos!

Popular Posts